Abzu
PlayStation 4
81

Abzu

02 AOûT 2016
Aventure, Indépendant, Réflexion / Puzzle
Développeur
Éditeur
Prix indicatif
19.99 € (Steam)
Durée de vie (HLTB)
Histoire principale : 2 Hoursh
Complétion (100%) : 4 Hoursh
Notes des critiques
Metacritic : 83/100
Igdb : 81/100
Opencritic : 80/100

Abzu

81 /100
02 août 2016 2 Hoursh

Abzu, développé par Giant Squid et édité par 505 Games, est sorti le 2 août 2016 sur PC, PlayStation 4, Nintendo Switch et Xbox One. Ce jeu d'aventure indépendant mêlant réflexion et puzzle place le joueur dans la peau d'une plongeuse évoluant seule dans un océan luxuriant, où elle descend vers les profondeurs pour rencontrer des créatures majestueuses, découvrir d'anciens secrets et chercher sa véritable purpose. Le titre, qui signifie approximativement « l'océan du savoir » en sumérien ancien, propose des contrôles fluides pour des acrobaties sous-marines, des centaines d'espèces inspirées de la réalité, ainsi que des bancs de poissons réagissant de manière procédurale. Réalisé avec Unreal Engine 4, il affiche un temps de parcours principal d'environ deux heures et une complétion estimée à quatre heures, pour un prix de 19,99 euros.

Gameplay de Abzu

L'accueil critique a été favorable, avec un score de 83 sur Metacritic et 80 sur OpenCritic. We Got This Covered a salué une œuvre à voir absolument et une réussite pour le médium, tandis que Digitally Downloaded a relevé sa capture de la majesté et de la puissance de l'océan. Certains joueurs sur Metacritic évoquent une « méditation vidéoludique » et une belle réussite, tout en notant parfois une moindre impression comparée à Journey, et des avis positifs sur Steam qualifient le jeu de magnifique et soulignent la beauté des poissons.

Médias

Avis des critiques et joueurs

Critiques de la Presse (Metacritic)

We Got This Covered 100/100

« ABZÛ simply has to be seen to be believed, as it's a real achievement for the video game medium and deserves to be played by everyone. »

Digitally Downloaded 100/100

« It really captures the majesty of ocean—the beauty of it, but also the power of it. In that sense, maybe “diving simulator” is accurate, because as stylized and fantastical as it is, it expertly captures what it is that makes diving such a rewarding activity: exploring the wonders of the sea. »

PSNStores 100/100

« ABZÛ should be played with as few story details known as possible. The story and your journey are made great by the surprises that happen along the way, so take your time and explore everything that ABZÛ offers to you, it is absolutely worth it. »

Gameplanet 100/100

« If you aren't entranced by mechanically shallow games like Journey, don't bother. But if you find exploration titles even marginally interesting, Abzu is an absolute must-play – it's the most majestic one yet. »

Wccftech 94/100

« For those looking for a narrative journey that’s unlike anything else on the Playstation 4, Abzû offers plenty to experience. »

Push Square 90/100

« ABZÛ is a triumph of exploration and atmosphere. Its gorgeous underwater playgrounds are a joy to explore thanks to its perfectly tuned controls, awe-inspiring visuals, and beautiful sound design. A somewhat predictable story does little to hamper what is otherwise an utterly unique and rapturous experience. »

GameSpew 90/100

« Austin Wintory’s masterful and emotive score is ultimately the perfect accompaniment… the soundtrack is hauntingly beautiful from start to finish. »

EGM 90/100

« A riot of color, emotion, and sea life wrapped up in a stellar soundtrack and stunning visuals; Abzû walks a fine line between being a game and being a near-spiritual experience. »

Avis des Joueurs (Metacritic)

Franska09 9/10

« Abzû (2016), dirigido por Matt Nava Sem falas, sem diálogos, apenas o silêncio profundo do oceano. Abzû é daqueles jogos que provam que gameplay minimalista não significa experiência rasa. Você controla apenas um mergulhador sem nome, sem HUD, sem inventário, sem combate de verdade, só o ato puro de nadar por oceanos cada vez mais vastos e misteriosos. É o tipo de jogo que confia inteiramente no jogador pra sentir curiosidade genuína, em vez de forçar isso através de objetivo marcado na tela.A comparação com Journey é inevitável, e faz sentido, já que o diretor Matt Nava trabalhou diretamente naquele jogo antes de fundar o próprio estúdio. Mas Abzû tem identidade própria: em vez do deserto solitário e da jornada espiritual abstrata, aqui é o oceano vivo, cheio de cardumes reagindo dinamicamente à presença do jogador, criaturas que se movem em padrões que parecem genuinamente naturais em vez de scriptados. A sensação de nadar entre milhares de peixes que se dispersam ao seu redor, formando padrões hipnóticos de luz e movimento, é de uma beleza rara mesmo anos depois do lançamento.A trilha sonora do Austin Wintory é essencial pra experiência funcionar. Ela não é só acompanhamento, ela dita o ritmo emocional de cada área, crescendo em intensidade orquestral exatamente nos momentos certos, principalmente na sequência icônica em que o mergulhador se agarra numa baleia jubarte e sobe até romper a superfície da água, com luz solar inundando a tela inteira depois de tanto tempo nas profundezas escuras. É um dos momentos mais emocionantes e bem calculados de qualquer jogo de exploração contemplativa já feito.A narrativa, contada inteiramente sem palavras, através de murais antigos, estruturas submersas de civilizações esquecidas e simbologia que remete a mitologias mesopotâmicas (o próprio nome vem de um conceito sumério pra "oceano de sabedoria"), funciona bem como pano de fundo sem nunca se impor sobre a experiência sensorial principal. Existe um arco de degradação ambiental sutil no meio do jogo, com águas poluídas e vida marinha escassa, que contrasta com a explosão de cor e vida das áreas iniciais e finais, sugerindo uma mensagem ecológica sem nunca ser didática ou explícita demais sobre isso.Onde o jogo é mais criticado, com razão, é na duração. Abzû dura poucas horas, e algumas seções de puzzle mais mecânico (girar estruturas, ativar mecanismos antigos pra abrir passagem) quebram um pouco o fluxo contemplativo que é o grande trunfo da experiência. Também não existe replayability tradicional, já que não há sistema de progressão ou escolha real, é uma experiência linear pensada pra ser vivida uma vez com atenção total.Ainda assim, é impossível não sair da experiência sem sensação de paz genuína. Existe algo quase meditativo em simplesmente nadar, sem pressa, sem objetivo imediato além de existir dentro daquele mundo por um tempo. Poucos jogos conseguem fazer o jogador desacelerar de verdade, e Abzû faz isso através de design de som, movimento fluido de natação e direção de arte impecável, sem precisar de um único diálogo pra justificar a própria **** fim, Abzû é um lembrete de que jogos podem ser experiências emocionais completas sem depender de conflito, texto ou sistemas complexos. É breve, é simples na superfície, mas a execução técnica e artística por trás disso é sofisticada o suficiente pra render um dos jogos de exploração mais bonitos e emocionalmente eficazes da década de 2010.Recomendações:Aventura, Anos 2010 »

Vynzen 10/10

« Gaming meditation. Underwater world. Music. Colors. Calmness. Journey without words. »

VitoSintetico 7/10

« 7,8 Tengo un lindo recuerdo, la verdad que estaba lindo. No me impresiono tanto quizas como el Journey »

DavidVelCast 9/10

« Abzû (2016) Jugabilidad 8.9 Gráficos 9.8 Rendimiento 9.7 Sonido 10 Música 10 Diseño de niveles 9.9 Inicio 9.8 Desarrollo 10 Desenlace 10 Historia 9.9 Total juego: 9.7 »

rybread17171 8/10

« Journey underwater. That's pretty much it. But I do appreciate the art and music. »

abraun 7/10

« Jogo bonito e relaxante, do meio pro final ele surpreende pois muda um pouco e sai da mesmisse. Um bom jogo pra você jogar entre um game mais longo e outro. »

Shend 10/10

« Abzu might not be the first of this genre, but it might be the best. These games have always succeeded first and foremost because of their atmosphere, and the watery ruins filled with intriguing aquatic life of Abzu's oceans succeed maybe even better than Journey's sandy and snowy peaks. Abzu's bursting and triumphant orchestral score clears out in quiet, somber moments to let the visuals do the talking, as the quiet sound design serenades the player. Every track from this game is beautiful, and every moment looks like a brilliant impressionist painting. The simple swimming mechanics are soothing and enjoyable, not wasting any time distracting from the presentation. These short and perfectly paced aesthetic-focused games are becoming more and more common, but few of them manage to be great. Abzu is not only great, it is endlessly enjoyable - the videogame equivalent to comfort food. An easy to play game that offers a lot of simple and profound pleasures. A work of art. »

Brunosangi 5/10

« Albeit a gorgeous looking game, gameplay itself felt so slow and I spent too much time looking at everything »

Configuration PC requise

Minimale :Système d'exploitation  *: Windows 7, 64-bitProcesseur : 3.0GHz CPU Dual CoreMémoire vive : 4 GB de mémoireGraphiques : Geforce GTX 750 / Radeon R7 260XDirectX : Version 11Espace disque : 6 GB d'espace disque disponibleCarte son : DirectX compatible sound card

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